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Poder posicional x poder pessoal: qual a diferença e a importância de cada
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Poder posicional x poder pessoal: qual a diferença e a importância de cada

Poder posicional x poder pessoal

A forma como lidamos com cada situação dentro do nosso ambiente de trabalho dita o ritmo com que levamos nossa vida profissional. Isso porque nossa satisfação no trabalho é diretamente proporcional a forma como encaramos nossas tarefas. Sabendo disso, hoje falaremos sobre diferentes formas de “poderes” dentro do trabalho. Essa palavrinha que muitas vezes é encarada como negativa, pode e deve ser usada como um catalisador para fazer as coisas serem um pouco mais leves. Confira abaixo o que cada um desses poderes significa e como colocá-los em pratica de forma mais leve e eficiente.

PODER POSICIONAL

Como o nome já diz, o poder posicional é carregado junto a posição que o indivíduo detém. Imagina você lá no seu trabalho, sentado no seu computador, fazendo as suas tarefas diárias. Do nada, o presidente da empresa passa por você e diz: “Pedro, preciso dos documentos que mencionei na reunião de ontem imediatamente”. Não importa o que você está fazendo. O presidente da empresa solicitou um documento e você tem que entregar o mais rápido posível. A sua prioridade mudou de uma hora para a outra. Isso porque o presidente da empresa detém um poder que vem com o título dele. O de presidente. Você o respeita simplesmente pelo cargo que ele(a) exerce. O poder posicional é adquirido a partir do momento que você recebe uma promoção ou é contratado para exercer tal cargo.

Esse poder nem sempre é utilizado de maneira correta. Muitos abusam da autoridade que ganham e perdem o respeito de seus funcionários. Quem nunca teve aquele chefe chato até dizer chega, que só sabe mandar e tratar os seus funcionários como lixo? Todo mundo já passou por isso, certo? Isso porque o chefe sabe que tem autoridade e não se importa com mais nada além de mandar e ordernar seus subordinados.
O poder posicional é fácil de ser coneguido. Quer dizer… “fácil” a medida com que você consegue o tal cargo. Porém, ele não depende de você e nem dos seus esforços. Ele depende única e exclusivamente do seu título. Um bom supervisor deve, além do poder posicional, ter e saber utilizar o seu poder pessoal também.

PODER PESSOAL

Esse é mais complexo de ser explicado. O poder pessoal depende de uma série de fatores. A forma como você se porta, a linguagem que você utiliza, a sua proatividade, a sua resiliência… Tudo isso gera um poder muito mais poderoso que o posicional. Vamos analisar os dois personagens abaixo:
Letícia é uma funcionária exemplar. Além de extremamente profissional, todo mundo a adora. Ela é simpática com o menino da limpeza e com o CEO. Sempre que pedem um favor, ela faz o seu melhor para ajudar a todos. Ela não tem uma desavença no trabalho. Todos MESMO gostam dela. E os que não gostam, simplesmente não a conhecem direito e não podem dizer que a odeiam. Letícia raramente se queixa de alguma coisa em seu ambiente de trabalho. Até mesmo quando há situações em que não
concorda, ela guarda para si e tenta fazer o melhor que pode. Letícia adora compartilhar momentos agradáveis fora do seu ambiente de trabalho com outros colegas. Toda sexta rola um happy hour com o pessoal do financeiro. Participa de todas as recepções que a equipe de comunicação produz. Ela está em todas.
Paulo é um ótimo funcionário. Ele faz tudo que está descrito em sua função com muita rapidez e eficiência. Porém, Paulo sabe que não é trabalho dele tirar cópias para o chefe e nem elaborar a lista de convidados para a festa de fim de ano da empresa. Paulo faz apenas o que ele foi contratado para fazer. Ele está bastante desmotivado, já que há 5 anos não recebe nenhum tipo de aumento. Paulo nota que o trabalho aumenta, mas sua motivação e seu salário não. A falta de motivação, faz Paulo reclamar demais do trabalho, dos chefes e de alguns companheiros. Paulo detesta o pessoal do financeiro. Uma fez ele se envolveu em uma briga com a coordenadora do setor e agora ele não fala com mais ninguém. Prefere manter a distância para evitar brigas futuras.
Agora vamos analisar juntos. Quando uma oportunidade de promoção aparecer, quem você acha que avaliarão primeiro? É evidente que será a Letícia. Além de muito mais amigável, Letícia tem algo que Paulo não tem. O carinho de todos os seus colegas de trabalho. Se eu tenho um problema, peço ao Paulo e ele se recusa a ajudar (ou cria uma desculpa qualquer), logo em seguida eu peço a Letícia e ela faz sem pensar duas vezes, Letícia ganhou pontos. Pontos esses que servirão como critério de desempate em uma disputa lá na frente. Letícia é pro-ativa, resiliente, disponível e amável. Paulo é apenas um bom profissional. Esse é o poder pessoal que estamos falando!
O poder pessoal é adquirido através do tempo. É a soma de todas as suas atitudes e comportamentos dentro do seu ambiente de trabalho. Quando todos os outros funcionários gostam e confiam em suas decisões e julgamentos.
Um bom líder deve deter ambos os poderes.
 
 

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Sobre o autor:

Raphael Lima

Raphael Lima

Raphael Lima foi o responsável pela criação do Instituto Kailua (IK). Seu espírito empreendedor deu vida a um projeto idealizado em 2014 e finalmente colocado em prática em 2017.

Rapha também atua como professor de inglês (CELTA - Cambridge), coach de carreira (SLAC - Sociedade Latino Americana de Coaching) e mentor de negócios pelo próprio IK e também como assessor de imprensa de uma Missão Diplomática no Rio de Janeiro.

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