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Todo jovem entre 18 e 25 anos TEM que fazer intercâmbio. Ponto.
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Todo jovem entre 18 e 25 anos TEM que fazer intercâmbio. Ponto.

O poder do intercâmbio

Esse texto foi cuidadosamente pensado para abrir a cabeça de quem nunca cogitou a hipótese de fazer intercâmbio, para quem esta pensando em fazer intercâmbio e, principalmente, para os pais.

Ter que escolher o que você quer (ou achar que quer) fazer pelo o resto da sua vida é uma missão simplesmente impossível quando você tem 17, 18 ou 19 anos. Ter que escolher o caminho que deseja trilhar profissionalmente durante os últimos anos de ensino médio, sem ter visto 3% do que o mundo tem para oferecer, chega a ser perverso.  Mesmo com o avanço da globalização e a chegada da internet, nossos jovens ainda não estão preparados para tomar esse tipo de decisão.

Há alguns anos, o intercâmbio cultural começou a fazer parte da vida dos jovens por aqui.
O brasileiro começou a fazer uma parte, ou todo, o ensino médio fora do país; começou a aproveitar as férias universitárias para trabalhar no exterior e ganhar uma graninha extra; começou a estudar idiomas e trabalhar meio período de babá na casa de alguma família estrangeira; faculdade, mestrado, doutorado e pós doutorado no exterior também viraram opções. Quando perguntado aos participantes o que mais valeu a pena no seu programa, sempre vinha a mesma resposta:  ¨a experiência¨. Acho que essa é a parte que vale todo o investimento. O que você aprende como ser humano e não apenas o conteúdo do que foi estudado.

Intercâmbio é caro? Não é somente para a elite?

Essa é uma questão complicada. No passado, o preço dos intercâmbios eram exorbitantes. Somente a elite de fato tinha acesso. Com o tempo, esse custo foi diminuindo.
Ainda não dá para dizer que está acessível a todos. Longe disso. Mas existem programas de curto prazo que podem atingir uma parte maior da população. Já vimos casos até de promoções relâmpago no Groupon com preços inacreditáveis.
Outro fator que viabiliza um pouco mais é a possibilidade de financiar ou pagar parcelado. Alguns bancos oferecem condições especiais para clientes que vão estudar fora.
A maioria (para não dizer todas) das agências de intercâmbio parcelam seus programas sem juros.

 

O que esperar da vida longe dos pais?

Esse é o grande desafio para a maioria dos jovens. Viver longe dos pais. Além do quesito saudade, há também a inexperiência de gerir uma casa.

Agora… sabe da maior? Você vai tirar de letra.
Existem várias formas como isso pode funcionar. A primeira:

  • Casa de família. 

Nesse formato, o intercambista vive junto com outra família que a(o) recebe em sua casa. Normalmente nesse modelo você tem direito a uma ou duas refeições diárias e não tem as preocupações que possivelmente teria caso morasse sozinho.
O desafio desse formato é saber viver dentro de uma outra família, com regras diferentes das da sua. É se adequar a vida de pessoas com quem você nunca teve nenhum tipo de contato anterior. Isso pode ser fantástico.
A maioria dos intercambistas, mesmo após o fim do programa, mantém vínculos com suas ¨step-families¨. Muitos os recebem em suas casas em futuras viagens de férias. Você passa a ser realmente parte de uma outra família.

  • Residência estudantil.


Para quem vai fazer curso de idioma ou faculdade, essa é uma opção comum. As grandes escolas e universidades do mundo possuem uma vasta rede de dormitórios para 1 ou 2 pessoas, que alugam para estudantes de outros estados e países. Costumam ser mais em conta do que pagar aluguel para ter um lugar próprio.
Uma outra vantagem é o forte laço de amizade que é criado com o roommate (colega de quarto). Pode ser enriquecedor você viver próximo a uma pessoa de um lugar completamente diferente do seu, com uma cultura completamente diferente da sua.

  • Alugar um apartamento próprio.

Essa é a modalidade mais difícil, mas a mais enriquecedora.
A maioria dos jovens entre 16 e 25 anos, ainda não tiveram uma experiência solo desse nível. Muitos não fazem tarefas domésticas com frequência. Muitos nem fazem. O intercambista vai ter que ter a resiliência de entender que se ele não fizer alguma coisa, ninguém vai fazer por ele. Se não aprender a cozinhar, vai passar fome. Se não lavar roupa, vai ter que andar sujo. Se não arrumar a casa, vai viver na sujeira e tropeçando no tênis no meio da sala o tempo inteiro. Se não lavar a louça, sua cozinha vai ficar um nojo.
E tudo isso tem que ser feito diariamente, mesmo depois do intercambista estudar ou trabalhar o dia inteiro. É um estágio para a vida adulta. É andar de bicicleta sem rodinha pela primeira vez na vida. O intercambista aprende a gerir uma casa.
Esses apartamentos são muitas vezes dividido com amigos ou outros intercambistas.

Para os pais: mas eu nunca fiquei longe do meu filho(a). Será que eu vou aguentar?

Esse será o maior desafio dos pais. Da mesma forma que o intercambista vai ter o seu estágio da vida, os pais terão simplesmente ¨a vida¨.
O impacto do entendimento que os filhos estão crescendo será sentido de diversas maneiras. No final, a maioria dos pais fica satisfeito ao ver seu bem mais valioso tirando de letra uma mini experiência de vida solo. É você se tranquilizar já que o seu bebê agora é (ou está próximo de ser) um adulto em formação.

Hoje em dia, o que não falta são meios de contato com outros países. WhatsApp pode ser uma alternativa grátis e prática de falar por texto, voz ou vídeo. O famoso e velho Skype, Facebook, Instagram e E-mail também são opções práticas e gratuitas. O que não falta são canais de comunicação. Acredite, vai ficar tudo bem.
Algo muito comum também são os pais viajarem alguns dias antes com os filhos intercambistas para curtir férias no local e aproveitar para ver um pouco do que os filhos iriam vivenciar por um bom tempo. Esse pode ser um bom momento para estreitar os laços familiares e se tranquilizar.

Nos intercâmbios de trabalho, eu posso escolher onde vou trabalhar?

Existem diversas modalidades aqui também.
Algumas agências providenciam tudo. Você não precisa se preocupar com nada. A agência encontra trabalho, local para dormir e em alguns casos até a alimentação. O ponto negativo é que nem sempre o intercambista pode escolher para onde vai dentro do país escolhido. Pode acontecer também de você cair em um trabalho que não se identifica tanto.

Algumas agências elaboram feiras de contratações, as Job Fairs. Nelas, empregadores de vários lugares do mundo vem ao Brasil com suas estantes para apresentar suas ofertas de trabalho. O intercambista terá a chance de conversar diretamente com quem mais lhe agradar e poderá sair do Brasil sabendo que vai trabalhar em um local interessante.

Para os mais corajosos, há também uma modalidade em que o intercambista escolhe o local exato onde quer morar e vai sem emprego. Nesse formato, será responsabilidade do intercambista procurar trabalho e um local para morar. Essa é uma opção muito comum para quem está viajando em grandes grupos. O Diretor do Instituto Kailua, Raphael Lima, participou do programa Work Experience em 2009/2010. Na ocasião, Raphael viajou com 4 amigos da faculdade. Já que as probabilidades de todos caírem juntos em modalidades com tudo organizado era baixíssima, decidiram fazer tudo por conta própria. Todos moraram juntos em Fort Lauderdale, na Flórida.

 

É possível recuperar o dinheiro investido?

Com certeza. O difícil é ver o dinheiro na mão. Alguns programas de intercâmbio de trabalho garantem um visto com tempo suficiente para você trabalhar e depois viajar pelo país de férias. É quase irresistível não viajar depois que o programa termina.
Há também aqueles que aproveitam a oportunidade para comprar roupas e eletrônicos mais baratos.
Existem os que gastam muito no dia a dia. Muitos comem fora sempre. Outros gastam muito com festas e baladas.
Mas se o intercambista souber economizar no dia a dia, não comprar nenhum eletrônico e não viajar no final do programa, seguramente ele volta com o dinheiro que investiu e mais um pouco de ¨lucro¨. O difícil é achar alguém com essa disciplina.

Que tipo de emprego eu posso conseguir?

Bom, tecnicamente o seu visto vai dar permissão para trabalhar em qualquer lugar. Mas leve em consideração que você é um estudante e está apenas temporariamente no país deles. Você não deve conseguir uma vaga no Google ou no Facebook. A maioria dos intercambistas trabalham em restaurantes, hotéis, resorts, cassinos, lojas… Como os programas acontecem justamente na época das férias de fim de ano, todas as empresas que trabalham com comércio ou serviços precisam de mais funcionários em novembro, dezembro e janeiro. Aí que entram os intercambistas.
Trabalhar no operacional das empresas lhe dará o conhecimento necessário para ter mais paciência com o próximo quando você voltar. Você passará a entender o que uma pessoa que trabalha atrás do balcão passa diariamente. Os desafios de um garçom em um dia cheio. O cansaço de um vendedor de loja no fim de um dia inteiro em pé.
A vivência não tem preço.

Quanto eu vou ganhar?

Depende de várias coisas. Onde você vai trabalhar, quantas horas por semana, que tipo de trabalho…
Nos Estados Unidos, os salários variam de acordo com o estado. Estados como o Colorado tem cidades como Aspen, onde os salários são mais altos do que em grande parte dos país, porém o custo de vida é bem alto também. Gasta-se mais para viver.
Já a Flórida não é conhecida pelos seus altos salários. Um recepcionista de hotel pode ganhar USD 10 por hora em um estado e USD 17,50 em outro. Esse é um dado que o intercambista tem que levantar antes de decidir para onde vai.

O que eu preciso saber sobre cursos de idiomas?

Opção de intercâmbio mais comum, o curso de idioma pode ser feito por intercambistas de todas as idades. Alguns programas podem ser feitos até mesmo por adultos em período de férias no trabalho.

Porém, para obter o sucesso desejado, o intercambista deve ficar imerso no idioma. O certo é fugir de brasileiros ou qualquer oportunidade tentadora de falar português. Se dedique a aprender um novo idioma se jogando dentro dele.
Os preços variam de país para país, mas você encontra programas de curta duração por pouco mais de R$ 3,000 com tudo incluído. Programas mais longos são encontrados por mais de R$ 10,000.

Estou pensando em fazer faculdade em outro país. Por onde eu começo?

Escolhendo o país. O primeiro passo é achar algum país que você se identifique e tenha vontade de morar.
Definido para onde vai, procure as universidades e os cursos que mais o(a) atrai. Caso você já esteja estudando aqui e deseja pedir transferência ou apenas estudar um semestre em outro lugar, sugiro entrar em contato com o setor administrativo da sua faculdade para saber a lista de universidades conveniadas no exterior.
Local, universidade e curso escolhidos? Chegou a hora do exame de proficiência. Você vai precisar mostrar para a universidade que você é capaz de estudar naquele idioma. Isso é medido através de provas de proficiência no idioma. Os mais comuns para a língua inglesa são o TOEFL, IELTS e CAE. Na França, há o DELF e DALF. Na Itália, o CILS e Cell. Enfim… cada idioma tem o seu próprio exame. Você precisará saber qual exame é aceito pela universidade pretendida e a nota mínima para ingressar. A nota costuma variar de curso para curso.

Você também precisará se informar sobre os locais onde essas provas são realizadas na sua cidade. Infelizmente, os exames não costumam ser baratos. Muito pelo contrário, o valor é bem salgado. É imprescindível que você se prepare com antecedência para os exames.

O que mais eu preciso saber?
  • Seguro Viagem

A maioria dos programas de intercâmbio vão exigir o seguro viagem. Até porque essa exigência, muitas vezes, vem do país que o intercambista está indo. 
As agências de intercâmbios geralmente comercializam o seguro viagem. Você também pode procurar bancos. Você não precisa ser correntista para adquirir o produto. Pesquise o melhor preço antes de fechar. 

  • Visto

¨Ah, vou para a Europa. Os EUA pedem visto e é muito difícil de conseguir¨. 
Essa frase tão comum entre as pessoas não poderia estar mais incorreta. Para começo de conversa, os países do continente europeu não exigem visto de TURISTA para o Brasil. Quem viaja para estudar em alguma universidade, em qualquer país que seja, necessitará de visto de estudante. O processo pode não ser tão burocrático quanto o visto americano, mas não se engane achando que você não passará por isso.
Outro ponto a ser corrigido é que é difícil conseguir visto para os EUA. O processo não é nenhum bicho de sete cabeças. A agência que você escolher certamente cuidará de 90% do processo para você. A única coisa que eles não podem fazer, é a entrevista. Se você está aplicando para um visto de estudo, provavelmente você conversará com o cônsul americano algum momento em inglês. Até porque, se você deseja estudar Engenharia Nuclear em Harvard, é esperado que você saiba conjugar o verb to be corretamente. A entrevista não dura mais que 10 minutos. Não comece o processo nervoso. Muitas vezes o psicológico da pessoa trabalha contra ela. Responda as perguntas com calma e clareza. Apresente apenas os documentos solicitados. Você não deverá ter maiores problemas. A maioria dos vistos pedidos por estudantes são aprovados.
Caso o seu visto seja negado, a agência normalmente devolve parte do valor pago ao intercambista. É importante perguntar qual a regra da sua agência nesse sentido antes de fechar negócio.
Resumindo: procure saber as regras imigratórias do país que você escolheu. A agência saberá tudo isso e poderá informar sempre que solicitada, porém nada impede que você utilize o Google para fazer suas próprias pesquisas prévias.

  • Conhecimento prévio do idioma

Isso nós podemos te ajudar! O Instituto Kailua oferece aulas de diversos idiomas por preços muito atraentes. Nossos professores foram cuidadosamente escolhidos para suprir a necessidade de todos os nossos alunos. Confira alguns de nossos professores
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Nós também disponibilizamos em nosso site uma série de artigos em formato de mini-aula para você estudar sozinho. O conteúdo é grátis.

Dúvidas?

Mesmo depois desse textão ainda está na dúvida se deve ou não fazer intercâmbio? Entra em contato com a gente. Nossa equipe pode responder suas dúvidas específicas gratuitamente. Nosso prazo de resposta é de 24 horas, podendo ser antes. 
Se joga! O mundo é gigantesco e tem muito a oferecer. 

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